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As varizes são um problema comum que afeta milhões de brasileiros. Elas podem incomodar tanto esteticamente quanto causando dores, e é preciso evitá-las ou até tratá-las, dependendo do caso. Para quem não previne as varizes, o problema pode ser ainda maior.

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Foi pensando em quem ainda não faz ideia de como prevenir as varizes que a Coris trouxe este texto. Nele, explicamos ações básicas de prevenção e ainda mostramos algumas formas de tratamento mais comuns. Acompanhe e saiba mais!

O que são as varizes e como elas surgem?

Varizes nada mais são que veias dilatadas e insuficientes. Ainda que praticamente qualquer veia possa apresentar o problema, ele é muito mais comum nos pés e nas pernas, já que a pressão nas veias — causada por ficar muito tempo parado em pé ou sentado — acontece bem mais nos membros inferiores.

As varizes podem incomodar as pessoas de diferentes formas. Enquanto alguns casos são essencialmente estéticos, outros causam considerável dor. Por fim, há ainda aqueles muito mais graves, onde o problema chega a aumentar o risco de doenças circulatórias, incluindo a trombose, que pode até levar à morte. Sendo assim, fica claro que prevenir as varizes, é fundamental, certo?

Existem algumas causas que fazem as varizes surgirem. A primeira delas é a influência genética: se você tem um parente de primeiro grau que sofre ou já sofreu com o problema, há uma considerável chance de que você passe pelo mesmo. Alguns remédios, que mexem com o sistema hormonal, podem alterar a integridade dos tubos sanguíneos, sendo mais uma causa.

Outros fatores de risco que promovem o surgimento das varizes incluem o sedentarismo e a obesidade (o primeiro atrapalha o trabalho do músculo no transporte do sangue, enquanto o segundo faz com que os vasos sejam pressionados pelo excesso de peso), a gestação (já que o crescimento do bebê aperta a pelve e pressiona os membros inferiores) e o sexo (graças a questões hormonais, mulheres são mais propensas às varizes).

Mas como prevenir as varizes?

Para quem não sabe como prevenir as varizes, saiba que é muito mais fácil do que parece. Em alguns casos mais simples, estes métodos de prevenção podem até ajudar no eventual tratamento. Acompanhe a lista:

  • não ficar muito tempo na mesma posição;
  • usar calçados confortáveis;
  • praticar atividade física;
  • usar meias de compressão;
  • cuidar constantemente do peso.

Como você pode imaginar, todas essas ações contribuem com a boa circulação sanguínea, essencial no processo de como prevenir as varizes.

4 formas de tratamento para as varizes

Contudo, mesmo com alguns ou ainda todos os cuidados sendo devidamente tomados, é possível que as varizes surjam. Afinal, como já citamos, o fator genético pode ser o grande responsável pela aparição do problema. Se este for o caso, não se preocupe! Após consulta e diagnóstico médico, existem algumas formas de tratamento. Confira as principais:

Cirurgia

Pelo fato de poder ser realizada em varizes de todos os tamanhos, incluindo nos vasinhos, a cirurgia costuma ser a primeira solução recomendada por vários angiologistas e cirurgiões vasculares. Ainda que seja feita através de pequenos cortes, exige uma recuperação bem complicada, incluindo um repouso de alguns dias. Dependendo do paciente, isso atrapalha atividades diárias, fazendo com que outros métodos sejam melhores. 

Ablação

Menos invasiva que a cirurgia, a ablação nada mais é que uma queima da parede interna dos vasos defeituosos através de um pequeno laser. Pode não ser muito indicada por duas razões: só pode ser feita para resolver varizes maiores e é um procedimento que exige uma cautela muito maior que o habitual, sob o risco de lesionar nervos que estão por perto.

Escleroterapia

A escleroterapia é o tratamento menos invasivo de todos os citados. A técnica consiste na injeção de uma substância esclerosante diretamente na veia afetada, irritando e inflamando o vaso e, consequentemente, resultando em cicatrizes que o fecham. Um detalhe sobre a escleroterapia é que há mais de uma alternativa: além da convencional, feita com glicose, há a escleroterapia com espuma densa. 

Crioescleroterapia

Por fim, trouxemos a crioescleroterapia. Seu diferencial em relação à escleroterapia é que a substância injetada é reduzida a uma temperatura de 40 graus negativos. Além da ação já provocada pelo próprio esclerosante, o frio deste método faz com que ele seja mais potente e ainda menos sentido pelo paciente que opta por ele.

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Material escrito por:
Cirurgião Vascular - CRM 16481/ RQE 14117 e 14116

Formado em Medicina  pela  Universidade  do  Vale  do  Itajaí  (2010). Especialista em Cirurgia  Geral e Cirurgia  Vascular no Hospital  Universitário Professor  Polydoro  Ernani  de  São  Thiago  -  (UFSC)  Florianópolis  SC. Atua com Angiorradiologia  e Cirurgia  Endovascular  na  CORIS  Medicina  Avançada.   Ver Lattes

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