Em jornais televisivos, notícias compartilhadas em aplicativos de mensagem, publicações em redes sociais e tantos outros canais de comunicação não se fala em outro assunto a não ser o coronavírus e a COVID-19. Apesar de ser a pauta em destaque, a pandemia ainda causa diversas dúvidas por se tratar de uma variação do coronavírus que era desconhecida até o momento.

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Ainda que hajam muitos pontos de interrogação, a comunidade científica já alertou para a gravidade dos sintomas que o coronavírus pode causar, sobretudo em pacientes idosos e que sofrem com doenças crônicas. A nova variação do vírus provoca sintomas parecidos aos de gripes e resfriados comuns, mas possui um potencial de complicações e fatalidades muito maior em comparação à essas doenças.

Diante da seriedade da situação, é preciso adotar medidas preventivas eficazes para evitar a proliferação do vírus e achatar a curva epidêmica para conter o avanço no número de casos. Mas, como se proteger de uma doença tão pouco conhecida? Quais são os cuidados mais recomendados? Porque o isolamento social é tão importante? Continue a leitura e saiba mais!

Afinal, o que é COVID-19?

Muita gente ainda se pergunta se coronavírus e COVID-19 são a mesma coisa. Os termos possuem relação direta, mas a COVID-19 não é sinônimo de coronavírus e, sim, o nome designado à doença causada pelo vírus

O termo oficial foi imposto em fevereiro, sendo um acrônimo do termo “doença por coronavírus”, traduzido originalmente do inglês, que quer dizer coronavirus deceased. O “19” é uma referência a 2019, ano em que se registrou os primeiros casos de contaminação.

O coronavírus, agente patológico da doença, é uma classe de vírus conhecida por causar infecções respiratórias leves nos seres humanos. O que ocorreu foi a mutação de um tipo de coronavírus denominado Sars, que evoluiu para conseguir se adaptar ao organismo humano.

A importância de achatar a curva epidêmica

A pandemia de coronavírus trouxe à tona um termo pouco conhecido pela população em geral, mas bastante usado na comunidade científica: a curva epidêmica. Trata-se de uma representação gráfica que ajuda os epidemiologistas a conhecerem a evolução inicial da doença e realizarem projeções sobre o cenário futuro

A grande maioria das infecções produzem uma curva epidêmica em forma de sino, ou seja, com bases horizontais mais estreitas e alongado verticalmente, sinalizando que a doença se dissemina rapidamente. A curva do coronavírus segue a de demais infecções comuns, mas com a faixa à esquerda crescendo de maneira exponencial.

Isso significa que a pandemia está se espalhando de maneira acelerada. O número de casos vem crescendo tão rapidamente que a quantidade de pacientes infectados tem dobrado em poucos dias. Com a curva cada vez mais íngreme, o grande desafio é achatá-la para evitar um colapso no sistema de saúde e reduzir o número de vítimas fatais da COVID-19.

Como prevenir a COVID-19?

Para achatar a curva epidêmica é necessário evitar a proliferação do vírus para reduzir o número de pacientes contaminados. Os órgãos oficiais de saúde recomendam uma série de medidas preventivas para que isso seja possível. Confira quais são elas:

Isolamento social

O coronavírus é transmitido por gotículas de saliva expelidas durante a tosse e espirros do paciente contaminado ou ao tocarmos uma superfície contaminada e levar a mão aos olhos, boca e nariz. Por isso, o isolamento social é tão importante na luta contra a COVID-19: ele evita o contato com pacientes portadores do vírus e diminui os riscos de contrair o vírus por tocar em superfícies contaminadas.

Higienização das mãos

Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel 70 ajuda a matar o vírus e, portanto, é um hábito preventivo essencial. Sem a correta higiene, podemos contrair o vírus ao ter contato com superfícies contaminadas e levar nossas mãos às partes do corpo que são porta de entrada para ele em nosso organismo (olhos, boca e nariz). 

Limpeza de objetos

Quando retornamos para casa, podemos trazer o vírus em objetos que usamos em nosso dia a dia, como celular, sacolas, embalagens, dentre outros. Por isso, ao chegar em casa procure higienizá-los com álcool gel antes de colocá-los sobre qualquer superfície. Além disso, a limpeza doméstica de maçanetas, controle remoto, cadeira, etc, deve ser realizada com maior frequência. 

Uso de máscaras

Com o aumento no número de casos, sendo que grande parte deles são assintomáticos, o Ministério da Saúde orientou toda a população a usar máscaras caseiras ao sair de casa. Antes disso, a recomendação era que apenas pacientes infectados e profissionais da saúde deveriam utilizar o equipamento.

Auxílio de amigos e familiares

O isolamento social é uma medida recomendada para todos os pacientes, mas para aqueles que fazem parte dos grupos de risco, esse cuidado é ainda mais importante. Por isso, esses pacientes devem contar com o auxílio de amigos e familiares para realizarem tarefas fora de casa, como ir ao supermercado ou à farmácia. 

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